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Esoterismo – Técnica Para Praticar Yoga e Meditação

Esoterismo – Técnica Para Praticar Yoga e Meditação

Técnica.

Esta técnica visa esclarecer dúvidas de ouvintes que nos escrevem e telefonam, sobre meditação, uma prática que se mostra a cada dia mais e mais, necessária, para nos trazer equilíbrio e nos fortalecer para podermos enfrentar um mundo estressante, com desenrolar de acontecimentos rápidos, confusos e com pressões cada vez maiores, tanto físicas como principalmente anímicas ou de alma, mostrando que o estresse vai ser a maior doença deste início do século XXI e terceiro milênio.

Para um entendimento mais profundo da Meditação, primeiro vamos dar uma base para sustentação do processo meditativo, segundo vamos complementar com as regras éticas e morais ou com o Decálogo do Yoga, similar e mais abrangente que o Decálogo de Moisés, como regras necessárias para atingir os objetivos superiores, e terceiro vamos dar a Técnica da Meditação baseada na Raja Yoga, ou Yoga real.

Esta yoga sintetiza todas as iogas que existem e permite nos equilibrar e nos impulsionar aos mais elevados graus de consciência e de sabedoria e nos transformar de um ser comum e ignorante das verdades sagradas em um ser cônscio, e até mesmo em um Sábio, Adepto ou um Mestre perfeito, integralizado consigo mesmo, com a natureza, com a humanidade, com o universo como um todo.

Yoga

Yoga significa união, ioga é um sistema místico filosófico que permite através de uma mediunidade superior, usar a alma como intermediário entre corpo e espírito, para buscar nossa realidade, nossa essência, possibilitando inicialmente um controle do corpo, e depois com a consciência centrada na alma, no psicomental, permite entrar no magnífico estado superior de meditação, ou de consciência superior.

“Meditar”, como a palavra já diz, é eu mesmo, como essência crística, como Eu Superior, “me-ditar” as verdades divinas e conhecimentos sagrados.

Meditação, é o meu próprio Eu Superior que “me-dita-ação”, ou que me diz a ação que devo tomar na vida, a ação correta, e ação é karma, me dita, portanto, o caminho do meio entre o bem e o mal, entre o karma positivo e o karma negativo, me dita a ação dentro da própria lei que rege o destino e que a tudo e a todos rege, me dita a missão nesse contexto evolutivo, me dita de onde vim o que sou e para onde devo ir.

Meditação é a técnica para que tudo isto ocorra, e ioga tem o mesmo sentido de religião, de re-ligar o humano com o divino, o homem com sua realidade maior que é Deus, expresso em nós como Eu Superior ou Cristo interno.

Decálogo do Yoga

Decálogo vem do grego “dekalogos” onde deka significa dez e logos significa aspecto de Deus ou conhecimento sagrado, Decálogo do Ioga é um conjunto de 10 princípios, bases ou regras da doutrina ou da filosofia do ioga.

É equivalente ao decálogo de milhões de anos usado em escolas de iniciação, que foi gravado na pedra de Asgardi pelo Manu primordial ou pelo primeiro condutor da raça Ariana a partir da Meseta do Pamir no lado oriental do Afeganistão.

O nome oculto deste Manu é Vaisvávata.

Ciclicamente a humanidade recebe Manus maiores e menores, para conduzir a marcha das civilizações dentro de um padrão evolutivo condizente com a experiência da época, e nessa marcha no episódio do Êxodus, 1.250 A.C., uma nova manifestação de Vaisvávata como Manu ou condutor dos filhos de Israel, como Moisés que após atravessar o mar Vermelho chegar no deserto do Sinai, recebe no alto desse monte as Pedras da Lei com os 10 mandamentos gravados com fogo por Javé ou Jeová, confirmando a aliança com Deus, desde que fossem seguidas as 10 regras de ética dadas por Ele.

Ainda seguindo essa marcha das civilizações, mais distantes, nas bandas do oriente, 700 anos A.C. ocorreu a manifestação de um Manu menor, com o nome de Patanjali, que foi o codificador dos aforismos ou sutras do ioga. Aforismo ou sutra é explicar o máximo com o mínimo de palavras.

Patanjali agrupou então os conhecimentos de 108 tipos de iogas em uma ioga única, a raja ioga, formada por 8 iogangas ou 8 passos da ioga ou da união com Deus.

A primeira ioganga ou passo é YAMA ou 5 interdições ou 5 regras que dizem o que o discípulo não deve fazer, a segunda ioganga é NiYama ou 5 prescrições ou 5 regras que o discípulo deve fazer.

Yama mais NiYama, formam o Decálogo do Yoga, ou as 10 regras da união com o sagrado.

O primeiro passo da Raja ioga é Yama, seguir as 5 regras, interdições que não se deve fazer, que são:

1. Ahimsá

Não violência, não fazer mal não só às pessoas, mas a qualquer ser vivo, a qualquer ser vivo vegetal, animal e hominal, a menos que seja para sua alimentação no caso de vegetais e animais, e principalmente a não violência para consigo mesmo, respeitando sua própria vida. Eqüivale ao mandamento de não matar, mas com uma abrangência muito maior e com um respeito a tudo o que tem vida.

2. Satya

Não mentir, iniciação é busca da verdade e quem busca a verdade não pode mentir, mas nem toda a verdade pode ser dita por provocar um mal pior, e quando não puder ser dita, o silêncio é o melhor remédio.

3. Bramachárya

Continência sexual, praticar o sexo para fins nobres e sempre por amor. Não é se flagelar para fugir de um impulso sexual, como mandam algumas religiões. O sexo é divino, existe nos 4 reinos, no mineral, no vegetal, no animal e no hominal e impulsiona a evolução, e considerá-lo imoral é ignorância, pois redundaria em dizer que todos nós nascemos da imoralidade. O sexo com amor não é contrário à espiritualidade, ao contrário, nos conduz ao amor divino. Como a manifestação é trina, o sexo também o é. O sexo pode depravar, equilibrar ou elevar o ser humano. A elevação pelo sexo é comprovada por inúmeras religiões, onde seus pastores ou dignos representantes masculinos ou femininos podem se casar. E o lar, quer seja constituído por um sacramento ou por um compromisso oficial, ou por compromissos íntimos e sinceros de um casal, deve estar de acordo com a palavra LAR: L de lealdade, A de amor e R de renúncia. A continência sexual é não ter apego ao sexo pelo simples prazer, por interesses ou por obrigação. Mas, usar o sexo com amor puro, respeito e obedecendo frequências naturais pelo bio-ritmo ou bio-tipo pessoal. Valendo lembrar que a energia sexual pode ser transformada em energia mental.

4. Asteya

Não privar aos outros com aquilo que não lhe pertence. Não é o simples roubo ou apropriação indébita de bens e coisas materiais. Tem um sentido mais amplo e total, e não roubar idéias e pensamentos, sentimentos e emoções, glórias, méritos e principalmente não privar aos outros de evoluir.

5. Aparigrâha

Não ter apego, não ser avarento. Isto não significa ser trapista e comungar com a pobreza doando tudo o que tem aos outros. Devemos evoluir em todos os aspectos, inclusive no material, porém sem apego. Cada um pode enriquecer o quanto quiser, na medida que enrique aos outros através de um trabalho digno, e nunca pela exploração dos outros ou até mesmo pela sua desgraça. Na nossa evolução, o importante é SER e não apenas TER, e o ideal é SER e TER. Aparigrâha é sutil, é não ter apego ao desapego para fugir da luta da vida, é utilizar o que possui para uma vida bem vivida na terra em termos de evolução espiritual. É a prática da Vairâgya ou do desapego, ter bens mas não ser dependente desses bens.

NiYama

O segundo passo da Raja Ioga é NiYama, ou seguir as 5 prescrições ou observâncias que o discípulo deve seguir ou praticar, que são:

1. Saucham

Pureza interna e externa. É a pureza do corpo físico não apenas ficar limpo e perfumado da cabeça aos pés, mas principalmente com o que se come. Nós cavamos a nossa própria sepultura com a boca, com aquilo que comemos, e devemos estar atentos com aquilo que comemos, pois 90% das doenças entram pela boca. Mas o importante também, não é só o que entra, mas o que sai pela boca, que representa outros 90% de nossas desgraças, pelo que falamos indevidamente, lembrando que a fofoca é a peste do emocional.Saucham é ter a alma limpa, é ter sentimentos e pensamentos limpos, uma alma isenta de ódio, inveja, desrespeito, ambição, e sentimentos e pensamentos equivalente, considerando que o pior é desejar mal ao próximo.

2. Santocha

É a alegria e contentamento constantes, que torna a vida mais bela. É ser refratário aos ataques e às ofensas. O discípulo deve ser como uma janela sem vidro, imune às pedras que são atiradas contra a janela, que passam sem fazer estragos, onde as pedras são as ofensas, os vidros nosso orgulho ou amor próprio e a janela nossos sentidos. É agir como diz um provérbio chinês: se um cachorro te morde, você não pode se abaixar e morder o cachorro, deve ter uma postura hominal ou mental frente ao animal ou emocional. Ou como dizia Kung Fu Tsé, o popular Confúcio: se ganhar um limão, não reclame, faça uma limonada.

3. Tapas

É a austeridade, é o controle se si mesmo, do corpo e das emoções pela mente, em qualquer situação favorável ou desfavorável, no sucesso e no insucesso, na alegria na dor, no pensa e no sentir, no frio e no calor, sem cair em extremos. Existem madames aparentemente frágeis e educadas que viram uma depravada e violenta, apenas com uma fechada em seu carro no trânsito. Pessoas que transformam um acontecimento natural como a morte em uma fatalidade e desespero total. Tapas é ter equilíbrio de alma.

4. Svâdhyáya

É ter o pensamento constante na divindade, estudar textos sagrados, ler livros bons, bíblia e escrituras sagradas, e meditar nos seus ensinamentos, pensando constantemente em Deus e em seus atributos como: amor, ética, moral, verdade, justiça, sabedoria, consciência.

5. Ishiyara Pranidhâna

É a integração e harmonização consigo mesmo, com todos e principalmente com o universo, agindo conforme a lei que a tudo e a todos rege, é abandonar-se conscientemente ao seu Ser divino, integrar-se ao seu Eu Superior, ao seu Cristo Interno, viver dentro das leis que unem o mundo físico dos efeitos ao mundo espiritual das causas.

Método da Meditação

Horário

Todos os horários reais entre 3h00 da manhã e 22h00 da noite são válidos, mas os melhores horários são ao redor de 6h00, 12h00, 18h00 e 20h00, pois muitos Mestres e Adeptos realizam meditação e práticas espiritualistas nesses horários, o que fortalece uma possível canalização com os mesmos.

Posição

Escolher a postura que proporcione melhor conforto físico: Padmâsana, ou postura de Budha onde o oriental consegue ficar horas em posição cômoda, sem se cansar, mas para nós ocidentais é difícil; Samanâsana que consiste em sentar com as pernas cruzadas e com as mãos descansando sobre os joelhos, postura que fazemos ao sentarmos no chão; ou Purâsana, a mais indicada para nós ocidentais, que é sentar confortavelmente em uma cadeira simples, com a coluna bem na vertical e com as mãos sobre as coxas.

Condições

Roupas naturais, leves, soltas, sem nada que aperte ou interfira na circulação. Estômago vazio ou com alimentação leve. Local arejado e o mais silencioso possível de acordo com horário de menor ruído.

Método Prático

Complemento do Decálogo (Yama e NiYama)

Âsana

Sentado com a coluna bem na vertical, feche os olhos e solte todo o corpo. Comece a relaxar, a acalmar o corpo físico até não sentir mais o próprio corpo. Coloque sua consciência em cada parte do corpo durante alguns segundos, solte e relaxe a parte do corpo até não a sinta mais, até que fique adormecida. Mude a sua consciência para outra parte do corpo, deixando a parte anterior amortecida. Comece colocando sua consciência nos dedos dos pés, relaxe e amorteça os dedos dos pés. Agora relaxe os calcanhares até não senti-los mais. Relaxe os tornozelos. Solte e amorteça os músculos, as batatas das pernas. Solte e relaxe os joelhos. Amorteça as coxas. Solte os quadris não sentindo mais as pernas. Solte e relaxe os dedos das mãos. Relaxe as munhecas. Solte e relaxe os antebraços, os cotovelos, os bíceps, procure não sentir os braços. Solte a região pélvica, os músculos da barriga, solte a coluna começando por baixo e relaxe as costas. Relaxe o peito, os ombros procurando não sentir o tronco. Solte e relaxe o pescoço, a nuca, a cabeça. Solte e relaxe os maxilares, o queixo, solte a boca. Solte o nariz, solte os olhos, as sobrancelhas. Solte e relaxe a testa, o couro cabeludo e procure não sentir a cabeça. Procure não sentir o corpo, observe se está completamente adormecido. Se existir qualquer parte do corpo não adormecida, coloque a consciência nessa parte, solte e relaxe e retire a consciência para adormecer essa parte. Fique alguns instantes sentindo o corpo físico adormecido.

Pranayama

Com o corpo físico adormecido, acalme agora o seu corpo vital. Mentalize prana, a energia vital, como pequenos glóbulos de cor rosa-violácea pululando em todas as direções, existentes junto com o ar atmosférico.Inspire lenta e profundamente durante cerca de 5 segundos mentalizando prana, os glóbulos rosa-violáceos entrando junto com o ar nos pulmões. Prenda a respiração 5 segundos, mentalizando a energia prana rosa-violácea sendo absorvida internamente. Expire lentamente durante cerca de 5 segundos, mentalizando os glóbulos de vitalidade saindo esbranquiçados, sem cor. Com os pulmões vazios durante 5 segundos, mentalize prana rosa-violáceo nutrindo e acalmando sua vida, seu corpo vital. Repetir sete (7) vezes o ciclo quaternário completo. Fique alguns instantes sentindo o corpo vital nutrido e calmo.

Pratiahara

Com o corpo vital relaxado, o sistema nervoso fica amortecido, e apague agora os 5 sentidos. O tato já está amortecido, com o relaxamento do corpo físico, e se alguma parte do corpo incomoda, coloque a consciência nessa parte, solte e relaxe até não sentir. Apague agora o seu olfato, e não sinta odores seus e do ambiente. Apague seu paladar, não sinta sabores e aromas na boca e na garganta. Apague agora sua visão, com os olhos fechados apague as imagens do exterior, e apague todas as imagens interiores, foque a visão na escuridão interior, na negritude total. Apague agora a audição, afaste os sons, sinta que estão diminuindo, se afastando, ficando fracos e distantes cada vez mais. Concentre a mente no campo escuro e procure ficar cada mais vez concentrado na escuridão Interior, e nessa concentração sinta a abstração da audição, o silêncio total.

Dharana

Com o corpo astral amortecido, com os sentidos apagados, não pense, concentre a mente num ponto no meio da escuridão interior, concentre a consciência, a mente nesse ponto. Acalme a mente, afaste os pensamentos, e concentre a mente cada vez mais nesse ponto, sem pensar em nada, perceba a audição se afastando e apagando. Concentre a mente cada vez mais no ponto e sinta a mente leve, balançar, flutuar como um gás, solte a mente e a mantenha flutuando mas presa no ponto, até que pare de balançar, que acalme, que pare totalmente. Fixe a mente no ponto e observe com atenção total a escuridão. Sinta que você está no ponto, está na escuridão e atento apenas observe, até que entre em meditação. Este ponto, é o ponto de domínio da mente, de concentração da mente em um ponto na escuridão. Observe a tela escura, com atenção, até ver um ponto, pontos de luz, até ver imagens com pouca luz que começam a se formar na escuridão. Concentre a atenção nos pontos de luz e observe as imagens que vão se revelando na escuridão, cada vez com mais detalhes, mais nitidez, como a revelação da imagem de uma foto, até ver a imagem, a cena, o acontecimento completo. Solte então sua mente em direção à imagem e deixe-se levar na contemplação da imagem, na experiência, na viagem, acompanhe com a mente a subida, a descida, a entrada em portas ambientes, túnel, qualquer acontecimento, acompanhando mentalmente o que é revelado, apenas veja, registre, observe.

A meditação ou dhyana acontece automaticamente e começa ao chegar no final da fase quatro ou dharana, pois são fases interligadas. Assim, quando atingir a meditação, quando os conhecimentos ou revelações forem conseguidas, ou quando terminar o tempo previsto da medição (use um despertador para despertar no tempo de meditação programado e o coloque bem afastado para despertar com ruído fraco e não bruscamente). Para voltar, saia suavemente da meditação, coloque sua consciência na mente, depois nos sentidos, comece a ouvir, abra lentamente os olhos, coloque sua consciência na vida, no corpo físico e comece a mexer lentamente os dedos, os braços, as pernas e o corpo.

Dhyana ou Meditação

É a experiência que acontece imediatamente após o controle do corpo mental, concentrando a mente no ponto, na escuridão interior, como descrito na fase 4 anterior. Comece a meditar primeiro sem pensar em nada, até observar um símbolo, uma imagem, uma cena, um acontecimento revelado na meditação.

Depois, que tiver algo revelado, use o que foi revelado na meditação seguinte. Realize as fases um, dois, três e quatro, e na fase quatro quando focar a mente no ponto na escuridão, pense no símbolo, na palavra, na imagem, na cena revelada, e mentalmente coloque tudo o que sabe sobre o ponto de meditação.

Pare de pensar e observe o objeto de meditação e espere mais revelação. Foque novamente a mente no objeto de meditação, coloque tudo o que sabe mentalmente, concentre a mente no objeto e espere com a mente concentrada e atenta. Repita este ciclo até que aconteça a revelação, até que o Espírito, o Mestre Interior, a Consciência Superior comece a “me-ditar”, a me jorrar conhecimentos superiores e consciência.

Outro processo, é escolher algo, qualquer coisa de interesse, para ser o objeto de meditação, para buscar respostas e conhecimentos, e usar como objeto escolhido de meditação da mesma maneira como foi mencionado acima para algo revelado na meditação.

Na meditação, podem ser revelados símbolos e conhecimentos superiores completos, conhecimentos angélicos relacionados ao passado, ao presente e ao futuro, pelo despertar do mental abstrato, o mental angélico.

Podem ser revelados cenas e acontecimentos do futuro, que não podem ser mudados e que acontecerão exatamente como mostrados na meditação, como verdadeiras profecias, pelo despertar de budhi ou intuição.

Podem ser revelados conhecimentos divinos, sagrados ou superiores, pelo despertar de atmã ou da percepção crística. As revelações acontecerão e serão compatíveis ao seu nível de consciência.

Sámâdhi

É o estado que gradativamente a meditação permite alcançar.

É o estado de supra consciência, é a integração com a divindade, é o encontro com nossa realidade, com nosso Eu Interior, com nosso Cristo Interno.

Consegue-se a sabedoria total, liberta-se da dor e da ignorância, ama-se a tudo e a todos, e atinge-se o próprio estado de ser da divindade, funde-se com Deus.

É o estado máximo do ioga, é o estado onde dizemos”Om Mani Padme Hum”, “Ó Jóia Preciosa do Lótus!” – “Eu sou Tu e Tu és Eu, Oh! Mestre”.

É um estado de dupla personalidade, onde somos ser humano e Deus ao mesmo tempo.

Um estado de êxtase, de Nirvana ou de felicidade indescritível em linguagem humana. É ser o próprio Cristo, Iluminado, a Essência que animou todas as nossas vidas e experiências evolutivas, é a integração total com o próprio universo, com Deus.

É estado onde temos duas consciências simultâneas, a de Criador e a de criatura ou personalidade.

Um forte abraço e conte sempre comigo no caminho da busca da verdade e do auto-conhecimento.

Prof. Adhemar Ramos.

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