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Publicado em Diversos -

Amor Materno

Amor Materno

Há mulheres que dedicam suas vidas inteiramente aos filhos, esquecendo-se completamente de si.

Quando os filhos tornam-se adultos, elas cobram dos filhos o desamparo que elas sentem.

Este tipo de mãe é aquele que tem uma quantidade de amor para dar. É como se tivesse uma bacia d’água, e com o passar dos anos fosse pegando a água com a caneca e dando aos seus filhos.
No final da vida a bacia está seca.

Esta mãe torna-se triste, vazia, sentindo-se abandonada e sem rumo, e começa a cobrar dos filhos o “amor” que ela lhes deu, exigindo que eles encham a bacia d’água novamente, pois foram eles que a secaram.

O amor não é limitado, o amor é fonte.

O melhor seria que, ao invés de pegar a água da bacia, ela fosse buscar esta água de uma enorme cachoeira que jorra dela mesma.

Este é o amor real, ilimitado e sem cobranças. Ela sente-se viva e feliz de ver seus filhos crescidos e prontos para o mundo, sentindo-se ainda amparada pela mesma fonte que a nutriu.

A criança sempre retribui, na hora, o amor que lhe é dado, pelo sorriso, pela expressão de felicidade e confiança. Ela não fica em débito.

O adulto é que, às vezes, na sua visão mercantilista, vê no filho um investimento futuro, esperando devolução com juros.

Texto extraído do Livro: Liberdade de Ser. 
Autora: Eliane de Araujoh.

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